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Blog de Aísa:
Perdemos tempo porque não queremos perder tempo
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Processo, esforço "e" resultado
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As causas do medo
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Quem transige em princípios perde em substância
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Um piscar de olhos e tudo muda
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"A verdade bate na porta e você diz: "Vá embora. Estou
procurando pela verdade". E ela, a verdade, vai embora."
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Pura física quântica
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Nosso papel nas mudanças
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Imaginando potenciais...
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A história dos BRICs
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O que é mais importante para os seus clientes?
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O poder da verticalização
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Brasil, clientes, vendas, offshore
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Qual é o seu lema atual?
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Quem são os desenvolvidos?
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Sob a lupa da empatia e da simpatia
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Sabedoria comercial
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Os reflexos das aquisições e fusões nas áreas
comerciais
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Felicidade = maior produtividade?
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Previsões do futuro
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Como definir o preço do seu software
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Mudaram as formas de demonstrar insatisfação
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Inovações "surgem" de problemas
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A viagem do ego
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Treinar é mais barato do que dar suporte. Mais ainda
do que perder cliente...
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Atualidades mundiais num relance?
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"Agora todo negócio é um negócio de software"
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Software enfermeiro
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Software é "fungível"
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Quem tem mais chance de sucesso?
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Desculpas? Insucessos...
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Para mostrar o valor do que oferecemos
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Se você pode esperar, talvez ganhe o que quer agora...
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A Teoria dos Jogos Repetitivos na venda
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Mudando comportamentos
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O barato que pode sair caro
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O contexto e a prevenção
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O nome do nosso jogo é eficácia
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Causas da falta de consistência
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Vendedor de carro não é vendedor de software
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Hora de mudar
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Raciocínio lógico estruturado
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A diferença entre o bem-feito e o perfeito
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Somos os responsáveis
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Não perca de vista o que é mais importante
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No dia daquela reunião importante..
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O consolo depois do desconsolo
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Não há um líder
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A importância do contrato psicológico
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O que funciona nas apresentações de planos de negócios
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Imprevistos são certeza
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Competência que transcende
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Substantivos, numerais e verbos
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A hora do Brasil
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O valor da palavra
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O discurso é construído pelas nossas ações e reações
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Ética é prioritária
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Acaso e causalidade
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Como seria sua concorrente?
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Dilemas que surgem com a idade
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R$ 4 mil poupam R$ 28 milhões...
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"Early majority"
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TI fundamental
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Demanda interna
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Foto da indústria brasileira de software em 2008
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2 perguntas fundamentais, comumente esquecidas...
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Espelhamento leva a uma maior empatia
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Treinamento é tática de ataque
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Liderando mudanças
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Uma das verdadeiras liberdades
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É na mesa de reunião que se ganha o cliente
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Usabilidade máxima
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Menor “time-to-cash” para produtos e serviços
inovadores: como reduzir o risco de investimentos em inovação
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Tudo é mensurável
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1 empresa?
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Inovação versus invenção
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Busca pela ineficiência?
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Aderência à Engenharia de Vendas
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A sala de aula inexistente passa a ser a sala de reunião do nosso cliente
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Em quem confiar...
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Tributo aos aniversários
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A hortaliça que reflete a pedra
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Começando do começo...
meira.com:
engenharia de vendas [de software]
Entrevistas
Bematech Newsletter:
Software é competitividade
Baguete:
Software: é assim que se vende
Série "Construindo a venda"
2006 acabou. Vendas agora só em 2007. Será?
Aumentando
as chances da prospecção
Artigos publicados
O que é vender software
A complementação que faltava ao desenvolvimento de
software
Como vender software na linguagem correta

Exclusivo
Tudo o que Cristina quer é
simplicidade...
Por
Aísa Pereira
São 11 horas da noite, Cristina ainda não
chegou no bar, o que é atípico. Há anos, este grupo de desenvolvedores e
usuários de software se reúne na sexta-feira para falar de tecnologia, fobias,
famílias, piadas, negócios, idéias, etc.
Às 11:30 Cristina chega - esbaforida, irritada, tensa, cenho franzido, ansiosa
para se jogar numa cadeira e tomar uma cerveja. A causa? Um sistema de
informação. Cristina tem uma loja cujo sistema de pedidos foi recentemente
trocado pela fábrica à qual ela está franqueada. O novo sistema simplesmente não
funciona. Agora os pedidos são feitos, mas as mercadorias não chegam à casa do
cliente. E quando são cancelados (depois de vários telefonemas irritados da
clientela para a loja de Cristina), aí sim as ordens chegam. Só que isso não
aparece no sistema – mais uma vez são os clientes de Cristina que ligam para a
loja, atônitos, sem entender o que está acontecendo. Mais ainda, Cristina
trabalha com produtos que podem ser customizados ao gosto do cliente, mas,
pasmem, o novo sistema não permite essa customização – nem o parcelamento de
pagamentos. Em apenas alguns meses, a loja de Cristina viu uma queda de
faturamento da ordem de 30% por conta da implantação do novo sistema...
A função de um sistema de informações é espelhar uma prática levando à
otimização de um processo. Muito certamente, a empresa que desenvolveu o novo
sistema que Cristina está usando por exigência da fábrica não se deu ao trabalho
de conversar com as várias Cristinas lojistas, nem de entender a prática do
negócio, nem de fazer (e acompanhar de perto) a instalação progressiva do
sistema por região ou área. E é Cristina quem perde clientes...
Software é cultura e informação é o cerne das empresas modernas. Já ouvi até que
todas as empresas, não importa o setor, são empresas de tecnologia da informação
– imagine o que aconteceria se elas não tivessem computadores. Daí a
responsabilidade das empresas de software no entendimento da estrutura e dos
processos de cada um dos seus clientes. Só que há aparentemente uma grande
parede entre desenvolvedores e usuários. Falta o conhecimento do negócio por
parte de grande parte dos desenvolvedores. Falta também a busca incessante pela
máxima simplicidade no produto ou serviço entregue ao usuário. Não bastará a
busca pelo simples – será preciso atingir “o mais” simples.
John Maeda é professor do MIT - Massachussetts Institute of Technology e lançou
um projeto chamado “Simplicidade”. “Pessoas são analógicas, não digitais;
biológicas, não mecânicas. Está na hora da tecnologia humana”. O projeto ganhou
notoriedade porque partiu de um PhD em design de interfaces, mas qualquer
usuário (não técnico) que usa um sistema de informação expressa esse desejo de
ter um sistema simples que reflita a prática otimizada do dia-a-dia. Nada de
novo do ponto de vista do usuário, mas uma quebra de paradigma do ponto de vista
do técnico.
O desenvolvedor quer trabalhar com as mais novas tecnologias, o usuário quer
trabalhar com uma tecnologia estabilizada, que não lhe traga problemas. O
desenvolvedor quer o desafio de implantar um sistema complexo e abrangente, o
usuário se preocupa com a simplicidade na interface e a rapidez no desempenho. O
usuário conhece mais do negócio do que o desenvolvedor, mas o desenvolvedor
desenvolve o sistema, muitas vezes, à parte do usuário. O usuário fala em termos
de benefícios (o porquê), o desenvolvedor insiste em falar sobre tecnologia (o
como). Como “o porquê” é estratégico e mais importante do que “o como”, o
usuário sempre se sentirá mais à vontade para falar com a empresa de software
que entender esta diferença na cadeia de valor (mas isso fica para outro
artigo).
Muito do que é investido pelas empresas em tecnologia da informação não chega a
ser implementado e usado por conta da frustração e rejeição dos usuários em
função da complexidade dos projetos. O Standish Group fez inclusive uma pesquisa
que mostra que 66% dos projetos de TI (tecnologia da informação) não são
finalizados ou demoram muito mais tempo para serem finalizados por conta da
complexidade dos projetos. Quanto mais rapidamente as empresas de software
entenderem que a busca incessante pela simplicidade no desenvolvimento e no
atendimento ao cliente é fundamental para o seu crescimento no mercado, menos
Cristinas existirão chegando tarde nos bares, perdendo clientes, ganhando
cabelos brancos.
Escrito por Aisa Pereira, autora do livro
Vendendo Software (Novatec
Editora) e idealizadora da metodologia da
Engenharia
de Vendas para empresas de software.
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Política de Software e Realidade Nacional,
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Que Muitos Projetos
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Pricing for Profit, John Hiatt
Product Pricing Primer, Erik Sink
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Sales Process Questions For VPs of Sales And Their Account
Managers, Paul DiModica
Salespeople Are Hired To Sell: Are You A Salesperson Or A
Clerk?, Bill Brooks
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Slicing the knowledge-based economy in Brazil, China, and India: a tale of 3
software industries, Fernando Veloso, Antonio Botelho, Ted
Tschang, Alice Amsden
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The Care and Feeding of FOSS, Craig James
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